Brindamos aqui, a vinda de novos tempos, ou o retorno de tempos já vividos, com um V de violência fortíssimo.
Vivemos nas margens do perigo, sobrevivemos a cada dia, não vivemos. Estudamos para melhor qualidade de vida não só individual mas coletiva, e percebemos que esforços estes soam em vão, quando nossos estudos só nos servem para alimentar nossas proprias barrigas. Talvez esta seja a vontade só de alguns, porem isto soa ofensivo aos ouvidos daqueles insaciáveis de conhecimento como frustraçāo. A violência sempre fora pertinente na vida de nossa civilização, porém a medida que a nossa sociedade cresce, nos tornamos alvos mais fáceis, principalmente de uma alienação vinda de um sistema capitalista, individualista e de dominação. Violentados somos desde a hora em que acordamos, quando por obrigação levantamos de nossas camas para exercer cargos dos quais nos desestimulam de viver. De volta a era do "A lei do mais forte", ou "salve se quem puder" deixando de lado a generosidade, compaixão e preocupação em valorizar os atributos e realizaçōes humanas.
Essa modernidade alem dos muros, essa preocupação em ter, em ser ao invez de fazer. A beira dos corregos caminha a humanidade, a violencia maior é a desmoralização, a qual nao resgatamos em dias ou meses, essa que é lançada sobre nós todos os dias, que se espalha como praga, que não existe vacina, se torna uma maldição. Então ai nos perguntamos, do que nos serve a vida? Se os benfeitos daqueles que buscam e se empenham em melhorar a humanidade são lançados ao chão de asfalto como um ignorante faz com sua lata de skol. Devemos escrever entao esta parte desta história em nossos papeis, para que lembremos la na frente as margens do final de nossas vidas, o quão importante é a maneira de pensar de cada um, e se estamos ao lado do caos é porque nos permitimos a ele. A violencia da falta de principios nunca fora tao grande em toda nossa historia humana pra uma populacao que se tem de tudo mastigado e muito pouco diluido.
Vivemos nas margens do perigo, sobrevivemos a cada dia, não vivemos. Estudamos para melhor qualidade de vida não só individual mas coletiva, e percebemos que esforços estes soam em vão, quando nossos estudos só nos servem para alimentar nossas proprias barrigas. Talvez esta seja a vontade só de alguns, porem isto soa ofensivo aos ouvidos daqueles insaciáveis de conhecimento como frustraçāo. A violência sempre fora pertinente na vida de nossa civilização, porém a medida que a nossa sociedade cresce, nos tornamos alvos mais fáceis, principalmente de uma alienação vinda de um sistema capitalista, individualista e de dominação. Violentados somos desde a hora em que acordamos, quando por obrigação levantamos de nossas camas para exercer cargos dos quais nos desestimulam de viver. De volta a era do "A lei do mais forte", ou "salve se quem puder" deixando de lado a generosidade, compaixão e preocupação em valorizar os atributos e realizaçōes humanas.
Essa modernidade alem dos muros, essa preocupação em ter, em ser ao invez de fazer. A beira dos corregos caminha a humanidade, a violencia maior é a desmoralização, a qual nao resgatamos em dias ou meses, essa que é lançada sobre nós todos os dias, que se espalha como praga, que não existe vacina, se torna uma maldição. Então ai nos perguntamos, do que nos serve a vida? Se os benfeitos daqueles que buscam e se empenham em melhorar a humanidade são lançados ao chão de asfalto como um ignorante faz com sua lata de skol. Devemos escrever entao esta parte desta história em nossos papeis, para que lembremos la na frente as margens do final de nossas vidas, o quão importante é a maneira de pensar de cada um, e se estamos ao lado do caos é porque nos permitimos a ele. A violencia da falta de principios nunca fora tao grande em toda nossa historia humana pra uma populacao que se tem de tudo mastigado e muito pouco diluido.